Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural

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  • 13
  • ABR
  • 2017

Adesão das Emateres ao Coban pode gerar um milhão de contratos de Pronaf nos próximos quatro anos

Adesão das Emateres ao Coban pode gerar um milhão de contratos de Pronaf nos próximos quatro anos
Pioneirismo de Emateres com o correspondente bancário mostra que proposta é solução para agilizar a liberação do crédito rural
Antes mesmo da consolidação do termo de cooperação firmado entre o Banco do Brasil e a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), quatro Emateres deram início a projetos piloto para que seus escritórios funcionassem como Correspondente Bancário, Coban: Minas Gerais, Rondônia e Mato Grosso, além de Goiás, que está em fase de capacitação de seus técnicos. O presidente da Asbraer, Argileu Martins, acredita que um milhão de contratos de Pronaf possam ser celebrados nos próximos quatro anos com a ampliação da iniciativa.
Assinado durante a 52ª Assembleia Geral Ordinária da Asbraer, ocorrida nos dias 5 e 6 deste mês, o termo de cooperação que estabelece e amplia a rede de correspondentes bancários das associadas com o Banco do Brasil, viabilizará e agilizará a implantação do Coban nas 23 Emateres, que ainda não iniciaram o processo. Pioneira na adesão ao Coban, a Emater mineira já apresenta resultados que apontam o acerto da iniciativa, iniciada em 2015, e já avalia a expansão da atividade.
O Coban levará até os produtores as operações de crédito rural, que passam a funcionar dentro dos escritórios. Com o treinamento e aprovação dos bancos Central e do Brasil, os extensionistas que se habilitam passam a operar créditos como o Pronaf, Pronamp, com mais eficácia, porque avaliam no dia a dia as reais necessidades de cada produtor.

“A ideia é que outros escritórios da Emater façam adesão ao serviço até o fim do ano e que um milhão de contratos de Pronaf sejam celebrados nos próximos quatro anos”, observou o presidente da Asbraer, Argileu Martins, acrescentando: “A aprovação do crédito continua sendo feita pelo banco, mas o produtor só precisará se dirigir a uma agência do BB para assinar o contrato”.
Das dúvidas que surgiram após a divulgação da assinatura do termo de compromisso, Argileu Martins esclarece a principal delas: “O extensionista não se torna funcionário cedido do Banco do Brasil, mas sim um profissional de Ater com maior condição de qualificar o crédito rural e ofertar um serviço mais oportuno e eficaz no que diz respeito aos sistemas de produção utilizados pelos produtores", finaliza.
Por: Christina Abelha
 
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