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Extensão Rural Pública impulsiona produção sustentável em comunidades quilombolas de todo o país


Asbraer evidencia o papel estratégico de sua rede de associadas na ampliação do acesso à Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para comunidades quilombolas, promovendo produção sustentável, inclusão produtiva e geração de renda em diferentes regiões do Brasil


01/04/2026 | Assessoria de Comunicação | Juliana Pereira e Klau Bueno


Presidente da Emater-Goiás na comunidade quilombola Engenho II, em Cavalcante

A Asbraer atua na articulação e representação institucional das entidades estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que vêm desenvolvendo ações junto a comunidades quilombolas em diferentes regiões do país. Com presença nacional, essa rede se organiza de forma integrada, respeitando as especificidades regionais, produtivas e culturais de cada território.



Esse modelo permite que as ações de Ater sejam adaptadas às realidades locais, promovendo resultados consistentes em diferentes biomas e contextos sociais que podem ser observados em todo o país.



No Norte, a Emater Pará desenvolve ações voltadas ao manejo sustentável de produtos nativos, como açaí e castanha, fundamentais para a economia dessas comunidades. No Nordeste, a Emater Ceará atua no fortalecimento da convivência com o semiárido, enquanto o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) amplia o atendimento a comunidades em bacias leiteiras e áreas de produção de subsistência.


Foto: Emater-Pará

No Centro-Oeste, a Emater Goiás contribui para a integração produtiva e o fortalecimento da segurança alimentar por meio do PAA Quilombola, ampliando o acesso à comercialização e gerando renda para as famílias.



Já no Sudeste, a Emater Minas Gerais se destaca no acesso a mercados e na regularização de produtos artesanais, enquanto a Emater Rio, em conjunto com a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ), garante suporte técnico tanto para a produção agrícola quanto para a pesca e a aquicultura em comunidades tradicionais.


Foto: Emater-Minas

Um dos principais instrumentos viabilizados por essa atuação é o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Com o apoio dos extensionistas, famílias quilombolas conseguem acessar esse registro essencial, que funciona como porta de entrada para políticas públicas estratégicas, como o Pronaf, o PNAE e o PAA. A atuação das entidades associadas à Asbraer é decisiva para garantir que esse processo seja acessível e efetivo.



“Quando a assistência técnica chega com respeito à realidade de cada comunidade, ela se transforma em oportunidade. O que vemos nas comunidades quilombolas é exatamente isso: produção ganhando força, renda sendo gerada e a segurança alimentar avançando, a partir de um trabalho próximo, contínuo e adaptado a cada território”, afirma o presidente da Asbraer, Rafael Gouveia.


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