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Guavira: a fruta que gera renda, preserva o Cerrado e mantém viva a identidade de MS
Na Serra da Bodoquena, iniciativas locais mostram que é possível manter o bioma em pé mesmo diante do avanço de lavouras e pastagens, apostando no cultivo e na reintrodução dessa espécie símbolo do Estado
23/01/2026 | Assessoria de comunicação - Agraer
Reprodução - Agraer
A guavira, típica do cerrado sul-mato-grossense, deixou de ser apenas uma fruta nativa para assumir um papel estratégico na preservação ambiental e na geração de renda em Mato Grosso do Sul. Na Serra da Bodoquena, iniciativas locais mostram que é possível manter o bioma em pé mesmo diante do avanço de lavouras e pastagens, apostando no cultivo e na reintrodução dessa espécie símbolo do Estado.
O projeto reúne instituições e parceiros como a Agraer, por meio das pesquisas do Cepaer — coordenadas pela pesquisadora Ana Ajalla — e as ações do Recanto Ecológico Rio da Prata, em Jardim, do produtor Eduardo Folley, sob consultoria da agricultora familiar Élida Aivi. Essa articulação fortalece o desenvolvimento de práticas sustentáveis e amplia o impacto das ações de preservação no território.
Com o passar dos anos, áreas tradicionais de guavirais foram sendo substituídas por monoculturas, reduzindo drasticamente a presença da fruta no campo. O movimento atual busca reverter esse cenário, recuperando áreas degradadas, diversificando a produção rural e criando alternativas econômicas que não dependem da supressão da vegetação nativa.
No município de Jardim, viveiros especializados transformam sementes de guavira em mudas prontas para o plantio, utilizando conhecimento técnico, substratos naturais e compostagem orgânica. O processo facilita a adoção do cultivo por pequenos produtores e fortalece projetos de restauração florestal, com a comercialização de milhares de mudas destinadas a diferentes regiões do estado.
Mais do que uma fruta, a guavira carrega memória, cultura e futuro. Quer entender como esse cultivo une preservação ambiental, tradição e desenvolvimento sustentável em uma das regiões mais bonitas de MS?
Então dê o play na reportagem, do programa + Agro, da TV Morena (Rede Globo) e mergulhe nessa história que mantém o cerrado vivo.




