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Pesquisa da Pesagro-Rio estabelece padrão para a produção da farinha de banana verde


Farinha de banana verde tem sido opção para o completo aproveitamento das bananas na cadeia produtiva


13/02/2026 | Assessoria de Comunicação - Pesagro/Rio


Foto: Reprodução/Pesagro-Rio

A Faperj destacou em seu boletim do dia 5 de fevereiro a pesquisa realizada pela Pesagro-Rio que estabelece padrão para a produção da farinha de banana verde.


A reportagem registra que, após três anos de estudos, pesquisadores do Centro Estadual de Pesquisa em Qualidade de Alimentos estabeleceram padrão de qualidade físico-química e microbiológica, tempo e temperatura do preparo, estabilidade nutricional e condições ideais de manipulação e embalagem. Rica em fibras, sais minerais e vitaminas, a farinha de banana verde possui amido resistente, alimento funcional. A farinha de banana verde tem sido opção para o completo aproveitamento das bananas na cadeia produtiva, garantindo as qualidades nutricionais da fruta além de disponibilizar o amido resistente, o que caracteriza o produto como alimento funcional.


Farinha de banana verde


O projeto conduzido pela Pesagro-Rio conta com o apoio do Programa de Bolsa de Treinamento e Capacitação Técnica em Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Setor Agropecuário e da Agroindústria do Estado do Rio de Janeiro (TCT Agro), da Faperj. Segundo a pesquisadora Eliane Rodrigues, coordenadora do estudo, a farinha de banana verde é rica em fibras, sais minerais e vitaminas, e possui grande diferencial em relação às demais farinhas: o amido resistente, alimento funcional que auxilia nas defesas do organismo e no trânsito intestinal. Ela pode ser empregada na fabricação de vários alimentos como sopas, comidas infantis, bolos e biscoitos, dentre outros, dependendo da granulometria. 


Farinha de banana verde


Eliane Rodrigues conta que diversas pequenas agroindústrias do Estado do Rio de Janeiro aproveitam a banana verde fora do tamanho padrão de consumo para fazer farinha. No entanto, não havia parâmetros de qualidade no processo produtivo, fazendo com que o produto oferecido nas prateleiras ao consumidor não tivesse padrão de qualidade. E sua pesquisa foi justamente para cobrir essa lacuna: determinar a qualidade físico-química, microbiológica e toxicológica das farinhas ofertadas no mercado consumidor. 


Eliane explica que no Centro Estadual de Pesquisa em Qualidade de Alimentos da Pesagro, em Niterói, é feito o controle de qualidade de diversos tipos de alimentos, englobando os aspectos físico-químicos, microbiológicos, sensoriais e de contaminantes. Somado a isso, são desenvolvidas novas tecnologias de fabricação e estudos com processamento tecnológico de alimentos. 


Veja reportagem no canal da Faperj no YouTube sobre as atividades do Centro Estadual de Pesquisa em Qualidade de Alimentos (CEPQA) da Pesagro-Rio aqui.


Para ler a reportagem completa no Boletim Faperj, clique aqui.


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